segunda-feira, 31 de maio de 2010

FREE - 3ª palestra do Ciclo: "A Memória do Futuro"

Programação:
 
9h30 Café de boas vindas
10h Palestra com o professor Claudio de Moura Castro
12h Encerramento
 
Haverá certificado de participação.
 
 
Para onde vamos? Eis uma pergunta que não cessa de rondar todos aqueles que se dedicam ao universo da leitura. As bibliotecas estão condenadas? Sumirão do mapa ou assumirão novas funções na sociedade? Vamos refletir um pouco sobre estas e outras questões na mais nova e instigante biblioteca do país.

O ciclo A Memória do Futuro reúne grandes especialistas em bibliotecas para conversarem com bibliotecários, mediadores de leitura, responsáveis por acervos bibliográficos e interessados em geral sobre os rumos possíveis para as bibliotecas no mundo contemporâneo.

A cada semana, a Poiesis – Organização Social de Cultura e o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas trarão, para a moderna Biblioteca de São Paulo (que por si só já aponta tendências para o futuro da leitura), grandes especialistas no assunto para trocarem considerações com os responsáveis pelas bibliotecas públicas dos municípios paulistas.

 
Dia 1/6 - Claudio de Moura Castro - 10h

Claudio de Moura Castro é bacharel (UFMG), mestre (Universidade de Yale) e doutor em Economia (Vanderbilt). Ensinou nos programas de mestrado da PUC/Rio, Fundação Getúlio Vargas, Universidade de Chicago, Universidade de Brasília, Universidade de Genebra e Universidade de Borgonha, em Dijon. Foi diretor geral da Capes e secretário executivo do CNRH/IPEA. No exterior, foi chefe da Divisão de Políticas de Formação da OIT (Genebra), economista sênior de Recursos Humanos do Banco Mundial e chefe da Divisão de Programas Sociais do BID. Atualmente, é assessor especial da Presidência do Grupo Positivo. Autor de mais de 35 livros e mais de 300 artigos científicos, é articulista da revista Veja.

A palestra é gratuita, com vagas limitadas à capacidade do auditório. As inscrições devem ser realizadas pelo e-mail: contato.spel@poiesis.org.br

Mais informações com Egle: (11) 3331-5549.
 
Contamos com sua presença!
 
Biblioteca de São Paulo
Avenida Cruzeiro do Sul, 2.630 - ao lado da estação Carandiru do Metrô
 
Estacionamento Maxxi Park R$ 8,00 o período.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Patentes premiadas

– A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) entregou, na última sexta (21/5), a Premiação de Inventores 2010 destinada a pesquisadores e institutos cujas pesquisas geraram descobertas que foram patenteadas e que trouxeram benefício à sociedade.

Em sua terceira edição, o prêmio organizado pela Inova Unicamp contemplou três categorias. O “Prêmio Inventor com Produto Incorporado ao Mercado” ficou com o professor Wilson Jardim, do Instituto de Química (IQ), pela tecnologia Fentox, comercializada pela empresa Contech, e com o professor Fernando Galembeck, também do IQ, pelo uso da tecnologia Imbrik, comercializada pela empresa Orbys.

O IQ e a Faculdade de Engenharia Química (FEQ) foram vitoriosos na categoria “Prêmio Destaque em Proteção à Propriedade Intelectual”. O IQ foi escolhido por ser a unidade com maior número de pedidos de patentes no período de 2008/2009, com 30 pedidos de patentes. A FEQ foi indicada por ter tido o maior crescimento em número de pedidos de patentes.

A terceira categoria, “Menção Honrosa por Tecnologia Licenciada”, contemplou 24 pesquisadores e docentes de seis unidades e um centro de pesquisa da Unicamp, com tecnologias licenciadas nos anos de 2004, 2005, 2006 e 2009.

Mais informações:

 
www.unicamp.br/unicamp


25/5/2010

Agência FAPESP

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Pirata é a mãe!

O que é pirataria? Quem são os verdadeiros usurpadores do conhecimento alheio? Quem a pirataria beneficia? E quem atinge? Podemos considerar piratas crianças e jovens que compartilham arquivos, se apropriando do conhecimento gerado por nossa civilização? Quem é o autor de uma obra remixada? Existe obra 100% original? Como sobreviverá o artista diante da proliferação da dita “pirataria”? E a indústria cultural, é necessária numa época de compartilhamento de dados pier-to-pier?

O compartilhamento de arquivos e conteúdos culturais é uma realidade da cultura contemporânea, sobretudo com o avanço do acesso às tecnologias de comunicação e informação e à banda larga. A discrepância entre essa nova cultura e as leis que protegem os detentores dos direitos patrimoniais de obras de interesse público torna-se gritante e anacrônica.

A legislação de muitos países – inclusive o Brasil – está em pleno precesso de mudança, com uma certa tendência ao recrudecimento das leis, cerceando as práticas de circulação de conteúdos culturais e a criminalizando o download. No âmbito internacional, presenciamos o surgimento do ACTA, que pode ser traduzido como Acordo Comercial Anti-Falsificação, arquitetado a portas fechadas.

Este assunto é dos mais importantes, não só para as políticas de cultura, mas para qualquer projeto de desenvolvimento, pois confronta diretamente o mercado estabelecido e altamente concentrado, nas mãos de um número muito reduzido de conglomerados de comunicação, que juntos dominam mais de 80% do mercado mundial do imaginário.

De outro lado, fica a dúvida de como artistas, compositores e escritores poderiam se sustentar, sem a garantia do direito de autor, elemento indispensável para o estímulo à criação. Este é o direito cultural mais antigo, presente na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Carta Magna brasileira. Mas será que a dita “pirataria” impõe sérias restrições ao artista em sua luta por sobrevivência?

Na luta contra a concentração de poder das corporações o autor não pode ser deixado de lado. Já vivemos uma espécie de ressaca dos tempos de livre circulação, sobretudo na música. Em um momento de euforia cidadã, muitos compositores, fotógrafos, escritores, liberaram suas obras para livre circulação, mesmo sem saber como iriam sobreviver delas mais tarde. Em alguns casos, essa atitude gerou liberdade, inserção de mercado, possibilidade de circulação e ganhos efetivos em outros nós da cadeia produtiva, como a realização de shows e vendas online. Mas em outros gerou frustração, pois os novos mercados exigem determinadas habilidades que nem todos os autores têm.

O conhecimento por nós produzido deve ser acessível a todos. O acesso a esse conhecimento não pode ser decido por corporações, tampouco financiado por artistas. Faz-se necessária a discussão do papel do Estado e do mercado na defesa desses interesses contraditórios.

São muitas perguntas incômodas a serem respondidas. As respostas dependem de articulação, de vontade política, de pressão. E principalmente de discussão e propostas de caminhos viáveis para uma transição saudável e viável de modelos econômicos.

Longe de estar resolvida, a questão gera uma guerra que envolve diplomacia, um poderoso lobby e interfere diretamente na vida de todos nós que criamos e desejamos fazer circular nossas obras.

Enquanto isso, na sala de justiça: Pirata é a Mãe!


Fonte. Cultura e Mercado

LEONARDO BRANT 21 MAIO 2010

Sobre "Leonardo Brant " http://www.brant.com.br

Pesquisador de políticas culturais. Autor do livro "O Poder da Cultura" e diretor do webdocumentário Ctrl-V::VideoControl.

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

CNPq lança edital do Programa Sul-Americano de Apoio às Atividades de C&T

Selecionar propostas nas diversas áreas do conhecimento, a fim de contribuir de forma sustentada para o desenvolvimento científico e tecnológico da Região Sul-Americana, é o principal objetivo do Programa Sul-Americano de Apoio às Atividades de Cooperação em Ciência e Tecnologia (Prosul). O Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq/MCT) recebe propostas até 11 de julho.

Podem se inscrever pesquisadores com vínculo celetista ou estatutário com a instituição de execução do projeto, brasileiro ou estrangeiro, com visto permanente e residente no Brasil e que tenha título de doutor e currículo cadastrado na Plataforma Lattes. Ao todo serão investidos R $ 2 milhões oriundos dos Fundos Setoriais – Ação Transversal do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

A modalidade de Redes Temáticas (Chamada 1) visa apoiar atividades em desenvolvimento na América do Sul para promover a interação e a integração de projetos temáticos focados em uma única questão de interesse comum para a construção de uma rede virtual de referência, que venha fortalecer e elevar as competências regionais dos grupos envolvidos. Serão financiados no máximo R$ 170 mil por proposta e o prazo máximo de execução é de 36 meses.

A modalidade Projetos Conjuntos de C&T&I (Chamada 2) tem por finalidade apoiar atividades de cooperação em projetos conjuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (C&T&I), que já estejam caracterizados ou em andamento e que contribuam de forma direta para a geração e apropriação de conhecimento e elevação da capacidade tecnológica da Região Sul-Americana. Terá prazo de 24 meses para a execução e receberá no máximo R$ 80 mil por cada projeto.

A modalidade Eventos em C&T&I (Chamada 3) apoia a realização, no Brasil, de congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclos de conferências e outros eventos similares, com abrangência sul-americana relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação, para promover disseminação e intercâmbio de conhecimentos científicos que estejam inseridos nos objetivos do Prosul. Contará com o montante de R$ 60 mil por proposta selecionada e 12 meses para executar o projeto.

A divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet está prevista para 30 de setembro.


21/05/2010 - 09:30

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Aberta a inscrição ao Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica

Clique para ver todas as fotos de Aberta a inscrição ao Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica
21/05/2010 - 08:03

Dia 6 de junho é o prazo final para inscrição ao Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica, que será realizado de 12 a 16 de julho no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), em São José dos Campos (SP).

Reconhecido pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, o curso é dirigido a professores do ensino fundamental e médio da área de ciências, especialmente física, química, matemática e geografia, assim como estudantes universitários a partir do segundo ano de graduação e, também, profissionais que atuem diretamente com educação e divulgação científica.

Além dos conceitos fundamentais das diversas áreas da Astronomia e Astrofísica, o curso apresenta a Divisão de Astrofísica do Inpe e seu curso de pós-graduação aos educadores e estudantes universitários.

Serão 29 horas de aulas temáticas, 6h30 de oficinas e observações do céu noturno e do Sol com telescópio e 4h30 reservadas a visitas e apresentações, totalizando 40 horas de curso. Confira aqui a programação completa.

Outras informações, bem como o formulário de inscrição, estão disponíveis no site do curso:
http://www.lac.inpe.br/ciaa/

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FREE - 25/5 - "A Memória do Futuro" Universo da Leitura - As bibliotecas estão condenadas? Sumirão do mapa ou assumirão novas funções na sociedade?

Programação:
 
9h30 Café de boas vindas
10h Palestra com o professor Luís Augusto Milanesi
12h Encerramento
 
Haverá certificado de participação.
 
 
Para onde vamos? Eis uma pergunta que não cessa de rondar todos aqueles que se dedicam ao universo da leitura. As bibliotecas estão condenadas? Sumirão do mapa ou assumirão novas funções na sociedade? Vamos refletir um pouco sobre estas e outras questões na mais nova e instigante biblioteca do país.

O ciclo A Memória do Futuro reúne grandes especialistas em bibliotecas para conversarem com bibliotecários, mediadores de leitura, responsáveis por acervos bibliográficos e interessados em geral sobre os rumos possíveis para as bibliotecas no mundo contemporâneo.

A cada semana, a Poiesis – Organização Social de Cultura e o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas trarão, para a moderna Biblioteca de São Paulo (que por si só já aponta tendências para o futuro da leitura), grandes especialistas no assunto para trocarem considerações com os responsáveis pelas bibliotecas públicas dos municípios paulistas.

 

 
Dia 25/5 - Luís Milanesi - 10h
Professor titular da Escola de Comunicações e Artes/USP. Diretor da ECA entre 2005 e 2008. Implantou e dirigiu o Sistema de Bibliotecas Públicas do Estado de São Paulo entre 1983 e 1995. Criou e implantou o Mapa Cultural Paulista. É autor de, entre outros, O que é Biblioteca e A casa da Invenção. 

A palestra é gratuita, com vagas limitadas à capacidade do auditório. As inscrições devem ser realizadas pelo e-mail: contato.spel@poiesis.org.br

Mais informações com Egle: (11) 3331-5549.
Contamos com sua presença!
 
Biblioteca de São Paulo
Avenida Cruzeiro do Sul, 2.630 - ao lado da estação Carandiru do Metrô
 
Estacionamento Maxxi Park R$ 8,00 o período.

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

25/5 - LANÇAMENTO & DEBATE - Livro Organizado por José Álvaro Moisés: Democracia e Confiança: Por que os Cidadãos Desconfiam das Instituições Públicas? - 17 horas, na FFLCH, sala 8 do prédio das Ciencias Sociais da USP

Convite aos amigos para o lançamento e debate do livro: Democracia e Confiança: Por que os Cidadãos Desconfiam das Instituições Públicas?
Organizado por José Alvaro Moisés e publicado pela EDUSP
Dia 25/05, terça-feira, às 17 horas, na FFLCH, sala 8 do prédio das Ciencias Sociais da USP.



Mais informações:
  1. ABCP 2010 - Política, Desenvolvimento & Inclusão Social no Brasil ...

    AT02 - Cultura Política e Democracia. Coordenação: José Álvaro Moisés (DCP/USP) ... 5,Democracia e confiança política no Paraguai, Maria Salete S. Amorim ...
  2. Democracia e confiança nas instituições - Revista SP.GOV

    DEMOCRACIA E CONFIANÇA NAS INSTITUIÇÕES. POR JOSÉ ÁLVARO MOISÉS. Ademocracia brasileira está relativamente consolidada – a maior parte dos especialistas ...
  3. Currículo do Sistema de Currículos Lattes (José Álvaro Moisés)

    MOISÉSJosé Álvaro . Democracia e Confiança nas Instituiçòes. Sp Gov Governo do Estado de São Paulo, São Paulo, v. 1, p. 36-37, 2004. ...
  4. Opinião Pública - A direita, a esquerda e a democracia: os valores ...

    de RM Perissinotto
     - 2006
 - Citado por 6 - Artigos relacionados
10 Ao recensear criticamente a literatura sobre confiança política, José Álvaro Moisésobserva que alguns autores "postularam que os instrumentos de ...
www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104...script... - Em cache - Similares
  • CONFIANÇA - GIRO IBOPE

    políticos representam para a democraciaJosé Álvaro Moisés ... Índice de ConfiançaSocial, novo produto do IBOPE Inteligência, mede credibilidade das ...
    www.ibope.com.br/giroibope/.../capa02.html - Em cache - Similares
  • livro: DEMOCRACIA E CONFIANÇA : Por que os Cidadãos Desconfiam das ...

    autor: MOISÉSJosé Álvaro .DEMOCRACIA E CONFIANÇA : Por que os Cidadãos Desconfiam das Instituições Públicas? Descrição Paginas: 304 ...
    30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788531412219 - Em cache
  • Revista Habitus UFRJ | Os direitos políticos e a formação de ...

    29 dez. 2009 ... Partidos Políticos e Consolidação Democrática: O Caso Brasileiro. ...MOISÉSJosé Álvaro. Cidadania, confiança e instituições democráticas. ...
    www.ifcs.ufrj.br/~habitus/7_2_formacaopartidosbr.html - Em cache
  • Com um olho no peixe...e outro no - Pesquisa FAPESP Online

    Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm ... afirma o cientista político José Álvaro Moisés (USP), que, ... Erosão - “Na verdade, a erosão da confiança no sistema representativo é um ...
    revistapesquisa.fapesp.br/?art=3693&bd=1&pg=1 - Em cache
  • Cultura política e consolidação democrática no Brasil (10.053 ...

    MOISÉSJosé Álvaro (coord.). Democracia e cultura política: o caso da ... MOISÉSJosé Álvaro. “Democracia e crise econômica: o paradoxo da América Latina” ...
    www.cedec.org.br/pesquisas.asp?idControl... - Em cache
  • Democracia e Parlamento

    Cerca de 70% dos brasileiros defendem o modelo democrático implantado no ... Os dados aparecem em uma série de pesquisas coletadas pelo professor José Álvaro Moisés... Por um lado as pesquisas mostram que a confiança da população no ...
    www.taquibras.com.br/index.php?...democracia... - Em cache
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    Celulares poderão ter nove dígitos: São Paulo, até o final do ano não, deverá haver mais combinações disponíveis!

    Os celulares poderão ter nove dígitos em todo o Brasil em 2015. A proposta consta de consulta pública aberta ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O objetivo da medida é oferecer uma maior quantidade de combinações possíveis, uma vez que, com o crescimento do mercado, as combinações atuais estão acabando. O problema é mais grave na cidade de São Paulo, onde até o final do ano não deverá haver mais combinações disponíveis.

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    sexta-feira, 14 de maio de 2010

    Programa avalia desperdício de energia elétrica


    Programa avalia desperdício de energia elétrica
    No caminho entre a usina geradora de energia elétrica e as tomadas nas casas dos consumidores, o Brasil perde cerca de 18% da eletricidade que produz.[Imagem: Mark Wolfe]

    Desperdício de energia

    No caminho entre a usina geradora de energia elétrica e as tomadas nas casas dos consumidores, o Brasil perde cerca de 18% da eletricidade que produz. Isso equivale à geração de uma usina de porte médio, como a de Ilha Solteira, no noroeste do Estado de São Paulo, com capacidade de 3.400 MW.

    Estima-se que a maior parte dessas perdas, entre 10% e 12% da produção, esteja na parte final do sistema: a distribuição.

    Agora, uma pesquisa coordenada pelo professor Antonio Padilha Feltrin, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), resultou na criação de uma metodologia e de um software para auxiliar as companhias de distribuição a calcular e identificar os pontos mais vulneráveis às perdas.

    Setor elétrico

    O setor elétrico subdivide-se em três etapas: a geração, que ocorre nas usinas; a transmissão, referente ao trecho entre as geradoras e as subestações; e a distribuição, que compreende a rede que liga as subestações aos consumidores. Este último trecho é o mais complexo, além de responder pela maior parte das perdas.

    "Trata-se de uma imensa quantidade de dados e que não estão facilmente disponíveis para as empresas", disse Padilha. Para identificar perdas na transmissão, por exemplo, é preciso verificar as diferenças entre a energia recebida nas subestações e a quantidade que saiu da usina.

    No entanto, na distribuição o cálculo é muito mais complexo. De cada subestação sai uma malha que percorre os postes pelas ruas e avenidas da cidade. O simples cálculo de perdas exige a somatória dos medidores de todas as unidades consumidoras.

    Perdas de energia

    Nessa etapa, os maiores responsáveis por perdas são os transformadores de energia elétrica. Quando dimensionados acima da capacidade necessária, esses dispositivos provocam grandes perdas, de acordo com o professor da Unesp.

    Além deles, há as perdas inerentes aos outros equipamentos, como os medidores e os próprios cabos condutores. Isso sem contar as chamadas perdas "não técnicas" que dizem respeito à interferência ou à omissão humana como, por exemplo, erros de medição, medidores não calibrados e os furtos de energia conhecidos popularmente como "gatos".

    "Em alguns Estados, as perdas não técnicas respondem pela maior quantidade perdida", afirmou Padilha. Do total entre 10% e 12% da energia produzida e perdida nas redes de distribuição, as perdas técnicas representam entre 4% e 8%. O restante são perdas não técnicas, cuja principal fonte são os furtos, praticados por pequenos e até por grandes consumidores.

    Imprecisão

    O professor da Unesp explica que zerar perdas é impossível, mas o índice brasileiro pode ser bastante reduzido se forem tomadas medidas precisas. No entanto, qualquer plano de ação depende do levantamento de uma enorme quantidade de informações, o que é um trabalho bastante complicado.

    "Os sistemas disponíveis mais completos envolvem tantas informações que são inviáveis para se aplicar com frequência. Por outro lado, os sistemas mais simples podem ser empregados periodicamente, mas são incompletos e subestimam perdas", apontou Padilha.

    Programa de análise

    O dilema da equipe da Unesp foi reunir as vantagens dos dois tipos de aplicativos sem reproduzir as desvantagens. Para isso, uma nova metodologia teve de ser desenvolvida e, a partir dela, foi criada um programa computacional.

    Ao ser aplicado na empresa Elektro, o software foi comparado aos programas mais completos e também aos mais simplificados e se mostrou bastante preciso, apresentando resultados bem próximos aos dos programas tradicionais. E o melhor foi que funcionou de maneira rápida.

    "As empresas precisam fazer esses cálculos pelo menos uma vez por mês, por isso é importante que os resultados sejam apresentados rapidamente", disse Padilha.

    Para aplicar os programas mais complexos, as empresas costumam manter uma equipe dedicada a esse tipo de medicação, o que resulta em mais custos. O software produzido na Unesp reduz o trabalho braçal de levantamento e inserção de dados e retorna resultados após algumas horas.

    Agora, o grupo pretende aprimorar o programa, inserindo probabilidades de ocorrência. "Com isso, aumentaremos a qualidade dos resultados. Em vez de dar apenas um número, diremos qual é a faixa de precisão", disse Padilha.


    Agência Fapesp - 14/05/2010

    Posted via email from rmachadosp - posterous

    segunda-feira, 10 de maio de 2010

    Pré-Evento do II WEB CURRÍCULO - Games na educação Chat na terça, dia 11, às 17h

    Converse com a professora Paula Carolei sobre esse tema. Doutora e mestre em educação, ela atua como consultora para o SENAC na produção de cursos de pós-graduação on line e é professora de Tecnologia Educacional na Faculdade Sumaré e no curso de Design Instrucional da Universidade Federal de Juiz de Fora.

     

    Para acompanhar o chat no twitter utilize as tags #webcurriculo, #diawebcurriculo e #edugames.

     

    Este chat será realizado em parceria com II Seminário Web Currículo, que acontece nos dias 7 e 8 de junho na PUC de São Paulo. Informações sobre o evento no blogtwitter e site oficial.

     

    Confira a agenda dos próximos chats realizados em parceria com o Web Currículo.

     

    Veja a íntegra dos chats já realizados: Renata Aquino | Alexandre Saul | Renata Kelly da Silva

     

     

    Requisitos para participar do chat

    1. Acessar esta página no dia e horário marcados.
    2. Liberar a janela de pop up do seu navegador.

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    sexta-feira, 7 de maio de 2010

    Precisamos virar a mesa da nossa academia

    Estou no MIT aqui nos EUA participando de um evento de Memes da Internet (ROFLcon) e além de toda a infraestrutura e de um wifi free maravilhoso, uma coisa me chamou muito a atenção e achei que valia a pena a provocação: a academia aqui nos EUA (já participei de outros eventos na academia por aqui, não é porque estou no MIT), muito ao contrário do que acontece no Brasil, está à frente do resto do mundo e das pessoas.

    O evento é todo organizado por alunos, o MIT dá toda infra, algumas empresas patrocinam e a mais pura inovação passa a fluir dentro da universidade de uma maneira contagiante e impressionante.

    Aqui se fala do novo e do que vai acontecer. Não se tenta explicar o velho e encontrar explicações para o que já foi.

    E isso certamente contamina as pessoas, os estudantes e o país.

    Tenho participado em muitos eventos na academia brasileira e, excessões à parte (elas sempre existem, claro, mas são excessões mesmo) o que vejo é justamente o contrário! Um mundo à parte, preconceituoso, antiquado e onde muito raramente se vê inovação, pensamento fora da caixa, vanguarda e criatividade.

    No ROFLcon é o oposto. O que está acontecendo aqui é que a maioria das pessoas “normais”, como já foi dito aqui, sequer sabe do que trata. E tudo isso em um ambiente solto, criativo, repleto de jovens alunos, loucos para mudar o mundo.

    Se eles têm isso como alunos, imagina o que farão como profissionais? Hum?

    bob3x4Bob Wollheim é empreendedor e publisher da ResultsON

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