quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Livro aponta soluções para reúso da água



Um livro que mostra como aproveitar de maneira inteligente a água da chuva e a chamada água cinza, resultante de pias e lavatórios de edificações. Com o título “Uso Racional de Água e Energia: conservação de água e energia em sistemas prediais e públicos de abastecimento de água”, o quinto volume da série do Programa de Pesquisa em Saneamento Básico (PROSAB) foi publicado pelo Instituto de Pesquisa em Tecnologia (IPT) e já está disponível também para download.
               
Na última chamada concluída da rede “Utilização racional de água e energia”, umas das seis do PROSAB, foram aportados cerca de R$ 1,2 milhão em sete projetos. A FINEP é gestora do programa.
 
Destinado a projetistas, fabricantes de componentes prediais, construtores e estudantes, o livro apresenta estes projetos, além de conceitos, metodologias e soluções práticas para o aproveitamento de água. São mostrados também estudos e soluções para a conservação de água e energia no ambiente predial e público.
 
Os mais recentes dados sobre a pesquisa obtidos no IPT referentes ao aproveitamento de águas pluviais também estão na publicação. Wolney Castilho Alves, pesquisador responsável pela Seção de Saneamento do Centro de Tecnologia do Ambiente Construído (CETAC), diz que esses números são importantes para projetos de componentes e sistemas em nossas condições.
 
“Filtros fabricados na Alemanha, por exemplo, podem não funcionar bem aqui porque lá não ocorrem precipitações intensas como as observadas no Brasil”, afirma. Estima-se que 500 milhões de pessoas ao redor do globo poderão ter dificuldades de acesso à água em 2015. No Brasil, já são 19 as regiões que enfrentam o problema de “stress” hídrico, dizem os especialistas.

(22/2/2010)

 

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Programa Nacional de Bolsas para Autores com Obras em Fase de Conclusão

Com o objetivo de incentivar a criação literária nacional, a Fundação Biblioteca Nacional concede Bolsas para Autores com Obras em Fase de Conclusão. Em reconhecimento à qualidade literária e técnica de seus textos, esta concessão de bolsas visa a estimular o escritor a concluir obra de sua autoria.

Confira o edital e os anexos

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Programa Nacional de Apoio à Pesquisa do Ministério da Cultura

Constitui objeto da presente Decisão Executiva a seleção de propostas de projetos de pesquisa com o objetivo de incentivar a pesquisa e a produção de trabalhos originais a partir do acervo da Fundação Biblioteca Nacional através da concessão de até 20 (vinte) bolsas nas áreas de Ciências Humanas, Sociais, Linguística, Letras e Artes.

Confira aqui o edital

Mais informações:   (21) 3095-3887 / Eliane Perez

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Numa comparação entre 159 países, Brasil tem tarifa mais cara de celular, diz UIT - União Internacional de Telecomunicações

Plantão | Publicada em 24/02/2010 às 08h29m

Valor Online

GENEBRA - O consumidor brasileiro continua a pagar a fatura mais cara do mundo pelo uso do telefone celular, de acordo com o índice de Paridade de Poder de Compra (PPP), apesar de estar gastando menos de sua renda com esse serviço. É o que mostra a União Internacional de Telecomunicações (UIT) numa comparação entre 159 países.

O preço da tarifa do celular no Brasil caiu 25%, da banda larga 52% e da telefonia fixa 63%, levando em conta a renda per capita, que aumentou. Mas o relatório da UIT mostra que esses custos continuam elevados e representam " sério obstáculo " ao acesso e desenvolvimento das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) no país. A utilização de TIC aumenta no mundo, enquanto os preços caem. A demanda é mais forte nos países em desenvolvimento, onde as operadoras devem continuar investindo.

Segundo a entidade, o custo de uso de banda larga caiu 42% no mundo, comparado a 25% para celular e 20% para telefonia fixa. A UIT calcula que 57% das pessoas nos países em desenvolvimento tenham agora acesso a celular, comparado a 23% há cinco anos. Os usuários de celular chegarão a 5 bilhões no fim do ano, segundo a entidade. Nos países desenvolvidos, a penetração é de mais de 100%.

Sem surpresa, a população dos países ricos gasta menos de sua renda, em percentual, para ter acesso a tecnologia, do que os consumidores dos países em desenvolvimento. O índice coloca a Suécia como o país mais desenvolvido em termos de acesso, uso e conhecimento de TIC, seguido por Luxemburgo, Coreia do Sul, Dinamarca e Holanda. Os Estados Unidos ficam na 19ª posição, atrás da França. O Brasil continua em 60º lugar no Índice de Desenvolvimento de TIC. A classificação é a mesma do ano passado.

O brasileiro continua a pagar mais na comparação internacional, apesar de desde o ano passado destinar menos de sua renda para os serviços de telecomunicações. Um preço-chave, para a UIT, é o uso de internet veloz, que continua a ser um luxo reservado a poucos. No Brasil, o preço do pacote de banda larga leva em conta o custo da assinatura e ficaria em média em US$ 34 em paridade de poder de compra (PPC), comparado a US$ 7 em Israel e US$ 20 nos EUA. A PPC corresponde a taxa de câmbio entre duas moedas, calculada conforme a quantidade de cada moeda que é necessária para comprar um determinado produto e serviço idêntico no país.

No caso do telefone celular, o Brasil fica em 121º lugar entre os 159 países no custo dos serviços. Mas levando em conta a paridade de poder de compra, fica em último. O custo por um pacote de 25 chamadas e 30 torpedos é estimado em US$ 42 por mês, comparado a US$ 1 em Hong Kong, US$ 9,8 na Suíça e US$ 14,6 no México. A taxa de penetração de celular no Brasil está próxima da taxa de oito anos atrás na Suécia, por exemplo. Para a UIT, isso está claramente ligado aos custos dos serviços no país, apesar da redução na tarifa em 2009. O estudo revela diferenças enormes nos preços entre países. No caso da telefonia fixa, o pacote básico no Brasil custa US$ 13,4 pela assinatura, enquanto no Irã seria de apenas US$ 0,20. A média é de US$ 9 nos países em desenvolvimento.

(Assis Moreira | Valor)

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Brasil registra menos patentes que Toyota sozinha

Em 2009, em plena recessão, a Toyota sozinha registrou no mercado internacional mais de mil patentes. No mesmo ano, todas as empresas brasileiras reunidas não conseguiram registrar pelo sistema internacional nem metade desse volume.

Multinacionais como Sharp, LG, Dupont, Motorola ou Microsoft também registraram mais patentes que todo o setor privado e institutos de pesquisa do Brasil, o que mostra a distância entre o país e os principais centros de inovação. Só a Panasonic registrou um número de patentes cinco vezes maior que todo o Brasil.

Entre 2005 e 2009, o Brasil praticamente dobrou o número de patentes de empresas nacionais registradas no mundo. Mas a constatação é que ainda representa apenas uma fração das inovações registradas pelo setor privado e entidades de pesquisa no planeta. Em 2009, o Brasil era responsável por apenas 0,3% das patentes internacionais registradas.

Dados divulgados em 9 de fevereiro pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) apontam que o volume de patentes registradas no mundo em 2009 sofreu a primeira queda em 30 anos diante da recessão. Mas os países emergentes continuaram a aumentar o número de registros.

Desenvolvimento – O registro de patentes é considerado como um índice de desenvolvimento tecnológico e de pesquisa dos países. O Brasil, entre 2005 e 2009, subiu da 27ª posição no ranking de países que mais registram patentes para a 24ª posição. Há cinco anos, o Brasil registrava 270 patentes. Em 2009, esse número chegou a 480, superando Irlanda, África do Sul e Nova Zelândia.

Apesar do avanço, o Brasil ainda está distante de outras economias. Só a China registrou em 2009 mais de 7,9 mil patentes e já superou França e Reino Unido em inovação. Hoje, a China é a quinta economia mais inovadora do mundo. Entre 2008 e 2009, os chineses aumentaram os registros em 29,7% e uma de suas empresas, a Huawei Technologies, é a segunda maior responsável por patentes no planeta.

Sozinha, a empresa tem mais de 1,8 mil patentes registradas apenas em 2009. Ela só é superada pela Panasonic, do Japão. A maior responsável por patentes no Brasil em 2009 foi a Whirlpool, com 31 pedidos de patentes e a 565ª maior do mundo. A Universidade Federal de Minas Gerais é a 858ª maior responsável por patentes no mundo em 2009, com 20 pedidos.

Elas são as duas únicas representantes brasileiras entre as mil empresas e instituições que mais registram patentes. No ranking geral, o país emergente melhor colocado é a Coreia do Sul, em quarto lugar e com oito mil patentes em 2009. A liderança ainda é dos Estados Unidos, que registrou no ano passado 45,7 mil patentes, quase 30% de todas as patentes existentes no mundo em 2009.

Mas o número de invenções nos Estados Unidos vem caindo. Entre 2008 e 2009, a queda foi de 11,4%. Em segundo lugar vem o Japão, seguido pela Alemanha. Todos os países ricos sofreram uma queda nos registros no ano passado.

Para Francis Gurry, diretor geral da OMPI, a redução de 4,5% em média no mundo ocorre diante de dificuldades que empresas possam ter em obter financiamento e o corte de orçamentos no setor de pesquisa. Em 2008, foram 164 mil patentes registradas pelo sistema internacional. Em 2009, esse número caiu para 155,9 mil.

(Fonte: Brasil Econômico)

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

NYTimes.com to launch new local site with NYU journalism students

Posted by Emma Heald on February 23, 2010 at 11:09 AM
NYTimes.com has announced that it will be collaborating with New York University journalism students to create a local community news site covering New York City's East Village area. It will be launched this autumn, according to a press release.

Students from NYU's Arthur L. Carter Journalism Institute will develop The Local East Village site on NYTimes.com and Richard G. Jones, a former New York Times reporter, will serve as editor of the site. New York Times deputy metropolitan editor Mary Ann Giordano will also be involved in coordinating the editorial content. Community contribution will be encouraged. 
A course entitled "The Hyperlocal Newsroom" will allow students to participate in the site.

"We want to continue to expand our network of collaborations, in the New York area and across the country, through associations with individuals, companies and institutions that share our values - foremost, increasing the volume and scope of quality journalism about issues that matter," Jim Schachter, editor of digital initiatives at the New York Times said in the press release. "We think that the journalism program at N.Y.U. is the perfect match for this initiative."

Over the past year, the New York Times has made significant moves into hyperlocal news coverage and has welcomed collaboration with students and other news outlets. The Local Brooklyn, for example, is run with help from the City University of New York Graduate School of Journalism. Local editions of the New York Times are operated using news from the Chicago News Cooperative in Chicago, and in San Francisco the Bay Area News Project is due to start contributing news later this year.

It has been argued that hyperlocal coverage is likely to be a major part of the future of news: it is information that people really need, that is not widely available across the internet, and it is easy to get communities involved.  

AOL is in the process of expanding its network of hyperlocal news blogs, Patch. Everyblock, owned by MSNBC, has been constantly developing its offerings. Over in Europe, the Czech project Nase adresa is to be rolled-out country wide, and a new hyperlocal news network is in the pipelines in the Netherlands.

NYU professor Jay Rosen offers his take on the collaboration with the NYT here.

Source: New York Times press release 

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Site revela casas vazias para ressaltar riscos de redes sociais

Plantão | Publicada em 18/02/2010 às 16h49m

Um site chamado PleaseRobMe ("Por Favor Roube-Me", em tradução livre) diz que revela o local onde há casas vazias com base em informações que as pessoas colocam na internet.

Os criadores holandeses do site disseram à BBC que têm a finalidade de comprovar os riscos de compartilhar na internet informações precisas sobre localização.

O site recolhe dados de participantes do jogo online Foursquare, que é baseado no local exato da pessoa no mundo real, e cruza com informações dos jogadores que colocam detalhes sobre seu paradeiro automaticamente no Twitter.

"Tudo começou com eu e um amigo olhando para os nossos feeds de Twitter e vendo mais e mais mensagens do Foursquare", diz Boy Van Amstel, um dos criadores de PleaseRobMe.

"As pessoas estavam revelando endereços - acho que eles não tinham noção do quanto estavam se expondo", acrescenta.

Van Amstel, Frank Groeneveld e Barry Borsboom perceberam que as pessoas estavam não só compartilhando informações detalhadas sobre a localização delas e de amigos, mas também deixando claro que estavam fora de suas casas.

Busca simples

Os holandeses contam que precisaram de apenas quatro horas para a criação do site.

"É basicamente uma busca no Twitter, nada novo", diz Van Amstel. "Qualquer pessoa que sabe usar HTML e javascript pode fazer isso. É tão fácil que é quase engraçado."

Ele afirma que o site pode continuar existindo, mas nega que a página tenha sido criada para encorajar crimes.

"O site não é uma ferramenta para roubos", diz o holandês. "O que queremos mostrar é que, não faz muito tempo, era questionável compartilhar o seu nome completo na internet. Agora, já passamos umas mil milhas desse ponto."

Van Amstel argumenta que, na prática, seria "muito difícil" usar a informação obtida no site para praticar um roubo.

A ONG britânica Crimestoppers recomenda que as pessoas pensem cuidadosamente nas informações que desejam compartilhar na internet.

"Pedimos aos usuários de Twitter, Facebook e outras redes sociais que parem e pensem antes de colocar detalhes pessoais online que podem deixá-las vulneráveis a crimes como furto e roubo de identidade", diz um porta-voz da ONG.

"Detalhes colocados online estão disponíveis para o mundo ver. Você não penduraria uma placa na sua porta dizendo que não está em casa, então por que fazer isso online?"

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Programa Eletrobrás Cultural - TEATRO - AUDIOVISUAL - PATRIMÔNIO IMATERIAL

Cultura e Esporte










Há 47 anos, a Eletrobrás investe na energia do Brasil. Na energia elétrica, motor do desenvolvimento do país, e na energia que emana das mais variadas formas de expressão do povo brasileiro. Por isso, a empresa tem por tradição o incentivo à cultura. Centenas de projetos patrocinados pela Eletrobrás têm movimentado a cena cultural do país, lançando luz sobre os palcos e espaços destinados à música, teatro, cinema, dança, artes plásticas e educação.

A empresa também incentiva o esporte. A Eletrobrás é patrocinadora oficial do Vasco da Gama e das seleções brasileiras de basquete.

Imagem para contabilização de acessos a páginas
Programa Eletrobrás de Cultura
Teatro
Cinema
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Vasco da Gama
Basquete
Publicações
Programa Eletrobrás de Cultura

O programa, criado com a finalidade de ampliar a democratização do acesso aos recursos destinados anualmente ao patrocínio de projetos culturais, chega à sua segunda edição em 2010 e lança, pela primeira vez, um edital integrado, envolvendo as empresas do Sistema Eletrobrás.

Programa Sistema Eletrobrás de Cultura 2010
Podem participar do Programa Sistema Eletrobrás de Cultura 2010 projetos de todo o país, nas seguintes modalidades: espetáculos teatrais adultos, audiovisual (longa-metragem), festivais de cinema e teatro e patrimônio imaterial (manifestações culturais folclóricas). A seleção das produções patrocinadas será realizada por uma comissão mista, composta por profissionais renomados ligados a cada área contemplada no programa.

As inscrições vão de 25 de janeiro a 15 de março e serão feitas apenas pela internet, pelo link abaixo (“Inscreva-se aqui”). Antes de inscrever o seu projeto, leia o edital e o Manual do Proponente. Suas dúvidas, elogios ou críticas podem ser enviados para

programacultural@eletrobras.com.

Edital 2010 [PDF]

- Manual do Proponente [PDF]

- Inscreva-se aqui (de 25/01 a 15/03)

- Mais informações e dúvidas


Programa Eletrobrás de Cultura 2009
A primeira edição do programa promoveu uma seleção pública nacional para apoio a espetáculos teatrais:


- Edital 2009 [PDF]

- Vencedores

TOPO
Teatro

A empresa é uma das principais incentivadoras de espetáculos teatrais no Brasil. O teatro foi o foco da primeira edição do Programa Eletrobrás de Cultura e está entre as modalidades selecionadas para integrar o edital de patrocínio de 2010.

Confira as produções patrocinadas pela Eletrobrás:

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Em cartaz
- Em 2009
- Anos anteriores
TOPO
Cinema

A Eletrobrás incentiva o cinema brasileiro. Entre os filmes patrocinados pela empresa estão “Carandiru”, “Eu tu eles”, “A festa da menina morta”, “Lisbela e o prisioneiro”, “Guerra de Canudos”, “Deus é brasileiro”, “Tainá 2”, “Casa de areia’, “Benjamim”, “Amarelo manga”, “Copacabana”, “O caminho das nuvens”, “O coronel e o lobisomem”, “Bicho de sete cabeças”, “Ó paí, ó”, “Amores possíveis”, “Zico na rede” e “Lixo extraordinário”, que ganhou o prêmio de público na competição de documentários do Festival de Sundance de 2010.

Cinema Nosso
Com o apoio da Eletrobrás, a ONG Cinema Nosso usa as técnicas do audiovisual para promover a inclusão social. Em 2009, foram produzidos 69 filmes em 19 oficinas, que tiveram a participação de 324 alunos. No mesmo período, a entidade promoveu oito cursos de maior duração, com a participação de 158 crianças e jovens. Na sala de cinema localizada em sua sede, no Centro do Rio de Janeiro, o Cinema Nosso promoveu, no ano passado, 276 sessões, que contaram com a presença de cerca de 8.300 pessoas.

TOPO
Theatro Municipal do Rio de Janeiro

A Eletrobrás foi uma das patrocinadoras da obra de restauração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro para o seu centenário, comemorado em 2009. O investimento da empresa na reforma soma cerca de R$ 15 milhões.
TOPO
Vasco da Gama

Desde julho de 2009, a Eletrobrás patrocina o Club de Regatas Vasco da Gama. O contrato tem duração de quatro anos e prevê investimentos no futebol, em esportes olímpicos e paraolímpicos e em projetos de responsabilidade social.

A parceria apresenta contrapartidas sociais inéditas na relação de patrocínio entre empresas e associações esportivas. O projeto “Mão na Massa”, que qualifica mulheres para o trabalho na construção civil, será um dos beneficiados com o aporte de recursos do Vasco. O clube também pretende utilizar o investimento para incentivar ações que promovam a inclusão social de crianças e adolescentes por meio do esporte.

TOPO
Basquete

A empresa é a patrocinadora oficial das seleções brasileiras feminina e masculina de basquete e da Liga Nacional de Basquete (Novo Basquete Brasil), além de bancar os núcleos do projeto Basquete do Futuro e de apoiar a Liga Internacional de Basquete de Rua (Liibra).

Basquete do Futuro
Implantado em 2005 com o apoio da Eletrobrás, o Basquete do Futuro, coordenado pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB), tem o objetivo de ensinar, pela prática do esporte, a lidar com as dificuldades de viver em áreas marcadas pela violência e pela desigualdade social. Os núcleos do projeto, espalhados pelo país, oferecem aulas gratuitas de basquete para crianças e jovens de comunidades carentes.

Liga Internacional de Basquete de Rua (Liibra)
Organizado pela Cufa (Central Única das Favelas), o campeonato de basquete de rua da Liibra une esporte e manifestações do movimento hip hop. Patrocinada pela Eletrobrás, a quinta edição da competição, realizada em 2009, contou com a presença de cerca de 2 mil pessoas sob o viaduto Negrão de Lima, em Madureira, na zona Norte do Rio de Janeiro.

TOPO
Publicações

A Eletrobrás patrocina a publicação de livros de alto valor histórico e cultural, favorecendo a manutenção da memória e da identidade brasileiras e a difusão do legado de nossos grandes artistas e pensadores. Nos últimos anos, foram viabilizadas, entre outras, as publicações do “Dicionário Houaiss da Música Popular Brasileira” e dos livros “Jardim Botânico – 1808-2008”, “Bonfanti”, “Rio de Janeiro – 1930-1960” e “Palácio Piratini”.

http://www.eletrobras.com/elb/data/Pages/LUMIS948CE40APTBRIE.htm

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