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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Livro aponta soluções para reúso da água
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Programa Nacional de Bolsas para Autores com Obras em Fase de Conclusão
Com o objetivo de incentivar a criação literária nacional, a Fundação Biblioteca Nacional concede Bolsas para Autores com Obras em Fase de Conclusão. Em reconhecimento à qualidade literária e técnica de seus textos, esta concessão de bolsas visa a estimular o escritor a concluir obra de sua autoria.
Programa Nacional de Apoio à Pesquisa do Ministério da Cultura
Constitui objeto da presente Decisão Executiva a seleção de propostas de projetos de pesquisa com o objetivo de incentivar a pesquisa e a produção de trabalhos originais a partir do acervo da Fundação Biblioteca Nacional através da concessão de até 20 (vinte) bolsas nas áreas de Ciências Humanas, Sociais, Linguística, Letras e Artes.
Mais informações: (21) 3095-3887 / Eliane Perez
Numa comparação entre 159 países, Brasil tem tarifa mais cara de celular, diz UIT - União Internacional de Telecomunicações
Plantão | Publicada em 24/02/2010 às 08h29m
Valor OnlineGENEBRA - O consumidor brasileiro continua a pagar a fatura mais cara do mundo pelo uso do telefone celular, de acordo com o índice de Paridade de Poder de Compra (PPP), apesar de estar gastando menos de sua renda com esse serviço. É o que mostra a União Internacional de Telecomunicações (UIT) numa comparação entre 159 países.
O preço da tarifa do celular no Brasil caiu 25%, da banda larga 52% e da telefonia fixa 63%, levando em conta a renda per capita, que aumentou. Mas o relatório da UIT mostra que esses custos continuam elevados e representam " sério obstáculo " ao acesso e desenvolvimento das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) no país. A utilização de TIC aumenta no mundo, enquanto os preços caem. A demanda é mais forte nos países em desenvolvimento, onde as operadoras devem continuar investindo.
Segundo a entidade, o custo de uso de banda larga caiu 42% no mundo, comparado a 25% para celular e 20% para telefonia fixa. A UIT calcula que 57% das pessoas nos países em desenvolvimento tenham agora acesso a celular, comparado a 23% há cinco anos. Os usuários de celular chegarão a 5 bilhões no fim do ano, segundo a entidade. Nos países desenvolvidos, a penetração é de mais de 100%.
Sem surpresa, a população dos países ricos gasta menos de sua renda, em percentual, para ter acesso a tecnologia, do que os consumidores dos países em desenvolvimento. O índice coloca a Suécia como o país mais desenvolvido em termos de acesso, uso e conhecimento de TIC, seguido por Luxemburgo, Coreia do Sul, Dinamarca e Holanda. Os Estados Unidos ficam na 19ª posição, atrás da França. O Brasil continua em 60º lugar no Índice de Desenvolvimento de TIC. A classificação é a mesma do ano passado.
O brasileiro continua a pagar mais na comparação internacional, apesar de desde o ano passado destinar menos de sua renda para os serviços de telecomunicações. Um preço-chave, para a UIT, é o uso de internet veloz, que continua a ser um luxo reservado a poucos. No Brasil, o preço do pacote de banda larga leva em conta o custo da assinatura e ficaria em média em US$ 34 em paridade de poder de compra (PPC), comparado a US$ 7 em Israel e US$ 20 nos EUA. A PPC corresponde a taxa de câmbio entre duas moedas, calculada conforme a quantidade de cada moeda que é necessária para comprar um determinado produto e serviço idêntico no país.
No caso do telefone celular, o Brasil fica em 121º lugar entre os 159 países no custo dos serviços. Mas levando em conta a paridade de poder de compra, fica em último. O custo por um pacote de 25 chamadas e 30 torpedos é estimado em US$ 42 por mês, comparado a US$ 1 em Hong Kong, US$ 9,8 na Suíça e US$ 14,6 no México. A taxa de penetração de celular no Brasil está próxima da taxa de oito anos atrás na Suécia, por exemplo. Para a UIT, isso está claramente ligado aos custos dos serviços no país, apesar da redução na tarifa em 2009. O estudo revela diferenças enormes nos preços entre países. No caso da telefonia fixa, o pacote básico no Brasil custa US$ 13,4 pela assinatura, enquanto no Irã seria de apenas US$ 0,20. A média é de US$ 9 nos países em desenvolvimento.
(Assis Moreira | Valor)
Brasil registra menos patentes que Toyota sozinha
Em 2009, em plena recessão, a Toyota sozinha registrou no mercado internacional mais de mil patentes. No mesmo ano, todas as empresas brasileiras reunidas não conseguiram registrar pelo sistema internacional nem metade desse volume.
Multinacionais como Sharp, LG, Dupont, Motorola ou Microsoft também registraram mais patentes que todo o setor privado e institutos de pesquisa do Brasil, o que mostra a distância entre o país e os principais centros de inovação. Só a Panasonic registrou um número de patentes cinco vezes maior que todo o Brasil.
Entre 2005 e 2009, o Brasil praticamente dobrou o número de patentes de empresas nacionais registradas no mundo. Mas a constatação é que ainda representa apenas uma fração das inovações registradas pelo setor privado e entidades de pesquisa no planeta. Em 2009, o Brasil era responsável por apenas 0,3% das patentes internacionais registradas.
Dados divulgados em 9 de fevereiro pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) apontam que o volume de patentes registradas no mundo em 2009 sofreu a primeira queda em 30 anos diante da recessão. Mas os países emergentes continuaram a aumentar o número de registros.
Desenvolvimento – O registro de patentes é considerado como um índice de desenvolvimento tecnológico e de pesquisa dos países. O Brasil, entre 2005 e 2009, subiu da 27ª posição no ranking de países que mais registram patentes para a 24ª posição. Há cinco anos, o Brasil registrava 270 patentes. Em 2009, esse número chegou a 480, superando Irlanda, África do Sul e Nova Zelândia.
Apesar do avanço, o Brasil ainda está distante de outras economias. Só a China registrou em 2009 mais de 7,9 mil patentes e já superou França e Reino Unido em inovação. Hoje, a China é a quinta economia mais inovadora do mundo. Entre 2008 e 2009, os chineses aumentaram os registros em 29,7% e uma de suas empresas, a Huawei Technologies, é a segunda maior responsável por patentes no planeta.
Sozinha, a empresa tem mais de 1,8 mil patentes registradas apenas em 2009. Ela só é superada pela Panasonic, do Japão. A maior responsável por patentes no Brasil em 2009 foi a Whirlpool, com 31 pedidos de patentes e a 565ª maior do mundo. A Universidade Federal de Minas Gerais é a 858ª maior responsável por patentes no mundo em 2009, com 20 pedidos.
Elas são as duas únicas representantes brasileiras entre as mil empresas e instituições que mais registram patentes. No ranking geral, o país emergente melhor colocado é a Coreia do Sul, em quarto lugar e com oito mil patentes em 2009. A liderança ainda é dos Estados Unidos, que registrou no ano passado 45,7 mil patentes, quase 30% de todas as patentes existentes no mundo em 2009.
Mas o número de invenções nos Estados Unidos vem caindo. Entre 2008 e 2009, a queda foi de 11,4%. Em segundo lugar vem o Japão, seguido pela Alemanha. Todos os países ricos sofreram uma queda nos registros no ano passado.
Para Francis Gurry, diretor geral da OMPI, a redução de 4,5% em média no mundo ocorre diante de dificuldades que empresas possam ter em obter financiamento e o corte de orçamentos no setor de pesquisa. Em 2008, foram 164 mil patentes registradas pelo sistema internacional. Em 2009, esse número caiu para 155,9 mil.
(Fonte: Brasil Econômico)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
NYTimes.com to launch new local site with NYU journalism students
Students from NYU's Arthur L. Carter Journalism Institute will develop The Local East Village site on NYTimes.com and Richard G. Jones, a former New York Times reporter, will serve as editor of the site. New York Times deputy metropolitan editor Mary Ann Giordano will also be involved in coordinating the editorial content. Community contribution will be encouraged.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Site revela casas vazias para ressaltar riscos de redes sociais
Plantão | Publicada em 18/02/2010 às 16h49m
Um site chamado PleaseRobMe ("Por Favor Roube-Me", em tradução livre) diz que revela o local onde há casas vazias com base em informações que as pessoas colocam na internet.
Os criadores holandeses do site disseram à BBC que têm a finalidade de comprovar os riscos de compartilhar na internet informações precisas sobre localização.
O site recolhe dados de participantes do jogo online Foursquare, que é baseado no local exato da pessoa no mundo real, e cruza com informações dos jogadores que colocam detalhes sobre seu paradeiro automaticamente no Twitter.
"Tudo começou com eu e um amigo olhando para os nossos feeds de Twitter e vendo mais e mais mensagens do Foursquare", diz Boy Van Amstel, um dos criadores de PleaseRobMe.
"As pessoas estavam revelando endereços - acho que eles não tinham noção do quanto estavam se expondo", acrescenta.
Van Amstel, Frank Groeneveld e Barry Borsboom perceberam que as pessoas estavam não só compartilhando informações detalhadas sobre a localização delas e de amigos, mas também deixando claro que estavam fora de suas casas.
Busca simples
Os holandeses contam que precisaram de apenas quatro horas para a criação do site.
"É basicamente uma busca no Twitter, nada novo", diz Van Amstel. "Qualquer pessoa que sabe usar HTML e javascript pode fazer isso. É tão fácil que é quase engraçado."
Ele afirma que o site pode continuar existindo, mas nega que a página tenha sido criada para encorajar crimes.
"O site não é uma ferramenta para roubos", diz o holandês. "O que queremos mostrar é que, não faz muito tempo, era questionável compartilhar o seu nome completo na internet. Agora, já passamos umas mil milhas desse ponto."
Van Amstel argumenta que, na prática, seria "muito difícil" usar a informação obtida no site para praticar um roubo.
A ONG britânica Crimestoppers recomenda que as pessoas pensem cuidadosamente nas informações que desejam compartilhar na internet.
"Pedimos aos usuários de Twitter, Facebook e outras redes sociais que parem e pensem antes de colocar detalhes pessoais online que podem deixá-las vulneráveis a crimes como furto e roubo de identidade", diz um porta-voz da ONG.
"Detalhes colocados online estão disponíveis para o mundo ver. Você não penduraria uma placa na sua porta dizendo que não está em casa, então por que fazer isso online?"
Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Programa Eletrobrás Cultural - TEATRO - AUDIOVISUAL - PATRIMÔNIO IMATERIAL
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