terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

FINEP apoia a estruturação de rede de laboratórios de sangue R$ 3,9 Mi



Nesta terça-feira (9/2), foi assinado o primeiro convênio da Rede SIBRATEC de Serviços Tecnológicos para a estruturação da rede de laboratórios de sangue e hemoderivados, conhecida como Redsang, coordenada pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Os nove laboratórios que constituem a rede foram selecionados em chamada pública lançada pela FINEP juntamente com o Ministério da Ciência e Tecnologia. Entre os participantes estão o Senai-Cimatec (BA), o Fundação Ezequiel Dias (Funed-MG), a Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais - CETEC e o Instituto de Tecnologia do Paraná - TECPAR. O projeto contará com recursos da ordem de R$ 3,9 milhões da FINEP. 
 
O convênio tem como finalidade o aperfeiçoamento dos produtos e serviços oferecidos pela Rede Nacional de Serviços Tecnológicos em Sangue e Hemoderivados com ênfase na potencialização das competências técnico-científicas dos laboratórios integrantes da Rede, atendendo suas demandas metrológicas. “Os principais objetivos são a prestação de serviços com qualidade aos laboratórios públicos e privados da rede, e a melhoria da qualidade de vida para a população”, explica a Dra. Alice Momoyo Sakuma, do IAL, coordenadora do projeto.
 
A Redsang é constituída por nove laboratórios de cinco diferentes instituições, sendo três deles prestadores de serviços de calibração e os demais realizadores de ensaios, estando localizados nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. A rede oferecerá os seguintes serviços: capacitação técnica e de pessoal para os hemocentros, calibração de dispositivos termométricos (essencial para o armazenamento de sangue em congeladores e geladeiras em condições ideais), ensaios, materiais de referência para alumínio em soro, contagem de glóbulos brancos e vermelhos em sangue total, programas de comparação interlaboratoriais (necessário para avaliação dos laboratórios) para chumbo, colinesterase e ensaios bioquímicos (bilirrubina, colesterol e frações, glicose, creatina, HIV, sífilis e leishmania ). “Com esses investimentos em capacitação técnica o Brasil poderá contar com ferramentas importantes e imprescindíveis para promover a segurança dos serviços”, avalia a coordenadora.
 

(9/2/2010)

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