quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Conferência em São Paulo mostra tendências na área de inovação - 26 a 28

Entre os dias 26 e 28 de fevereiro, em São Paulo, acontece a conferência “Tendências na Inovação em um Futuro de Conexões”, com apoio da FINEP. O evento tem por objetivo examinar as novas estratégias praticadas nessa área no Brasil. No encontro, 21 especialistas e executivos de diferentes ramos industriais compartilham informações de métodos bem sucedidos adotados por importantes corporações. Rodrigo Fonseca, Superintendente Coordenador da FINEP, será um dos palestrantes, no dia 28/2.

O encontro é uma iniciativa da Marcus Evans, companhia global especializada na gestão de eventos corporativos, com a participação dos principais players do setor. Casos práticos de sucesso compõem as cinco categorias de painéis. Veja aqui a programação completa.  

A conferência “Tendências na Inovação em um Futuro de Conexões” conta com o apoio institucional de:

FINEP – Agência Brasileira da Inovação

INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial

CONSECTI – Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I

PROTEC – Sociedade Brasileira Pró-inovação Tecnológica

IBQP - Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade

SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento

IBS - Instituto Brasileiro de Profissionais de Supply Chain.

ADETEC - Associação do Desenvolvimento Tecnológico de Londrina

Rede de Inovação - Sistema FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná)

Serviço: 

Tendências na Inovação em um Futuro de Conexões
Data: 26 a 28 de fevereiro de 2013. Local: São Paulo
Informações e Inscrições:
Tatiana Cesso
Marcus Evans – Chicago Headquarters
tel.: +1 312 540 3000 ramal 6437
tatianac@marcusevansch.com

Bandas de Música - Já estão abertas as inscrições para a edição 2013 do Prêmio Funarte de Apoio a Bandas de Música

Este ano o prêmio irá contemplar cerca de 150 projetos com a distribuição gratuita de instrumentos de sopro. Podem participar da seleção grupos musicais denominados ‘Banda de Música’, ‘Banda Municipal’, ‘Banda Sinfônica’, ‘Banda de Concerto’, ‘Banda Filarmônica’ e ‘Sociedade Musical’. As inscrições estão abertas até o dia 21 de março e podem ser feitas no site da Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC).

O edital, publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 4 de fevereiro, visa o reconhecimento e a melhoria da qualidade técnica e artística de grupos musicais, por meio da distribuição gratuita de instrumentos de sopro.

Cada proponente poderá escolher até cinco instrumentos, entre as noves modalidades que estão sendo ofertadas – Bombardino em Sib, Bombardão Tuba ¾ em Sib, Clarineta 17 Chaves em Sib, Saxofone Alto em Mib, Saxofone Tenor em Sib, Trompete em Sib, Trombone de Vara em Sib, Flauta Transversal em Dó, e Trompa Cromática em Fá/Sib – .

(Fonte: Funarte/MinC)
(Texto: Ascom/MinC)
(Foto: Divulgação Funarte/MinC)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Unicamp cria 'superlaboratório' para solucionar crimes reais e virtuais

O LMPF vai formar novos peritos e pesquisar novas 'armas' contra o crime.
Pesquisadores focam agora na procura por patrocínio para equipamentos.

Luciano Calafiori Do G1 Campinas e Região

Com atividades criminais cada vez mais sofisticadas que fazem vítimas no mundo real e virtual, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) deu os primeiros passos para a implantação do Laboratório Multidisciplinar de Pesquisas Forenses (LMPF), que terá a missão de descobrir novas soluções no campo das investigações de crimes e na formação de peritos.

A 'escola do CSI', como vem sendo chamada em alusão à série americana de investigadores forenses, também pode servir de ‘vitrine’ para estudantes em uma área de estudo que evolui a cada dia.

O LMPF será formado por pesquisadores das áreas de biologia, química, computação e engenharia elétrica. “Este laboratório com profissionais de quatro áreas será para fazermos pesquisas e ficarmos à frente do crime organizado. Vamos criar novas soluções e atuar na formação, que é a grande vocação da universidade”, explica o professor doutor do Instituto de Computação Anderson de Rezende Rocha.

Os professores Siome Klein Goldenstein (à esquerda) e Anderson Rocha, da Unicamp (Foto: Luciano Calafiori/G1)Os professores Siome Klein Goldenstein (à esquerda) e Anderson Rocha (Foto: Luciano Calafiori/G1)

O laboratório terá, por exemplo, na área da computação, equipamentos como o espectrômetro de massas que analisa e identifica diferentes átomos, além de clusters computacionais, que aceleram pesquisas por ter computadores em rede.

Apesar do espaço físico ainda não ter sido construído, o laboratório multidisciplinar já funciona na prática nos quatro institutos. Nos últimos dias, a universidade foi procurada para tentar auxiliar nas investigações da morte do torcedor boliviano Kevin Beltrão Estrada, de 14 anos, atingido por um sinalizador que possivelmente foi lançado por um torcedor do Corinthians no empate em 1 a 1, pela Copa Libertadora, em Ouro, na Bolívia, há cerca de uma semana.

Segundo o professor Anderson Rocha, o pedido era para tentar melhorar a qualidade da imagem de onde saiu o sinalizador e identificar o agressor. Mas a imagem é atualmente impossível de ser melhorada e seria necessário um conjunto de imagens para resultar em uma identificação, explica.

Uma das possíveis propostas, quando o LMPF estiver funcionando, é trabalhar para melhorar a resolução de imagens gravadas por circuitos internos que possam identificar com rapidez e seguranças, placas de carros e rostos de suspeitos. Outra seria a criação de filtros inteligentes que barrariam a ação de pedófilos a computadores acessados por crianças.

Apesar da Unicamp ter aprovado a implantação do LMPF, os seus criadores precisam de agências de fomento para viabilizar a compra de equipamentos. De início, o orçamento estaria na casa dos R$ 2 milhões. “Já temos a divisão do espaço agora precisamos das agências de fomento. Vamos procurar entidades como a Fapesp, o CNPq, o Finep e até a Secretaria de Segurança Pública”, ressalta o professor doutor do Instituto de Computação Siome Klein Goldenstein.

O superlaboratório disputou com outras propostas o direito de ser viabilizado, mas para funcionar é preciso investimento de fora da Unicamp. Também não há um prazo definido para ele começar a funcionar no espaço físico de 600 metros quadrados, que já foi aprovado.

Efetivo São Paulo
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou, por meio da assessoria de imprensa, que a Polícia Técnico-Científica cumpre a lei e expede todos os laudos requisitados pela Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e Poder Judiciário.

Sem informar números, o órgão afirma que o efetivo da Polícia Científica corresponde a 92% do autorizado por lei pela Assembleia Legislativa. Questionada sobre vagas, divulgou que há 44 para médico legista em concursos em andamento, 103 oportunidades para perito criminal e 16 vagas para auxiliar de necropsia, além de 103 postos de trabalho para papiloscopista e 113 para auxiliar de papiloscopista.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Orelha artificial impressa em 3D com células vivas

Impressora 3D usa células vivas para criar orelha artificial
Um colágeno serve como suporte sobre o qual a cartilagem pode crescer depois que o molde é removido, dando consistência à orelha artificial. [Imagem: Reiffel et al./Plos One]
Bioimpressão

Em um feito marcante da área da bioengenharia, pesquisadores usaram impressoras 3D e moldes injetáveis para criar uma orelha artificial similar à orelha natural.

Segundo Alyssa Reiffel e seus colegas da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, "a orelha artificial se parece e se comporta com uma orelha natural".

O órgão artificial foi fabricado usando géis feitos de células vivas, dispostos no formato adequado usando uma impressora 3D.

Ao longo de um período de três meses, as orelhas artificiais cresceram cartilagem para substituir o colágeno usado para moldá-las.

Como serão usadas células dos próprios pacientes, praticamente elimina-se o risco de rejeição do órgão artificial.

Implante de orelha

Segundo o Dr. Jason Spector, coautor do trabalho, a nova orelha é a solução que os cirurgiões que trabalham com reconstrução há muito esperavam para ajudar crianças com nascem com deformidade nas orelhas.

A incidência da microtia ("orelha pequena", em latim) é de 1 a 4 para cada 10.000 nascimentos por ano.

Hoje, as orelhas para implante são fabricadas com materiais com uma consistência semelhante ao isopor, ou, em alguns casos, os cirurgiões precisam construir as orelhas de tecidos recolhidos do próprio paciente. A operação é complicada e muito dolorosa sobretudo para as crianças, e os ouvidos raramente parecem completamente naturais e nem tampouco funcionam como tal.

"Uma orelha de reposição biofabricada como esta também poderá ajudar pessoas que perderam parte ou todo o seu ouvido externo em acidentes ou devido a um câncer," acrescentou Spector.

Fabricando uma orelha artificial

Para fabricar as orelhas artificiais, os pesquisadores começaram com uma imagem 3D digitalizada de uma orelha humana, e converteram a imagem em um ouvido "sólido", usando uma impressora 3D para criar um molde.

O gel de alta densidade, feito com células vivas, assume uma consistência semelhante à gelatina.

Um colágeno serve como suporte sobre o qual a cartilagem pode crescer depois que o molde é removido.

O processo é bastante rápido.

"É preciso metade de um dia para desenhar o molde, um ou dois dias para imprimi-lo, 30 minutos para injetar o gel, e nós podemos remover a orelha 15 minutos mais tarde. Nós cortamos a orelha e a deixamos em meio de cultura com nutrição por vários dias, antes que o ouvido possa ser implantado," explicou Lawrence Bonassar, outro membro da equipe.

Na verdade, ainda não foram feitos implantes com a orelha biofabricada - os pesquisadores esperam fazer todos os testes, a fim de obter autorização para fazer o primeiro implante da orelha artificial em humanos, nos próximos três anos.

Bibliografia:

High-Fidelity Tissue Engineering of Patient-Specific Auricles for Reconstruction of Pediatric Microtia and Other Auricular Deformities
Alyssa J. Reiffel, Concepcion Kafka, Karina A. Hernandez, Samantha Popa, Justin L. Perez, Sherry Zhou, Satadru Pramanik, Bryan N. Brown, Won Seuk Ryu, Lawrence J. Bonassar, Jason A. Spector
PLoS ONE
Vol.: Published online
DOI: 10.1371/journal.pone.0056506

Redação do Site Inovação Tecnológica - 22/02/2013

Projeto autoriza universidades a criar fundos patrimoniais - Já é um começo!

Bruna Furlan
Bruna Furlan: medida visa a criar uma cultura de filantropia educacional no País.Arquivo/ Reinaldo Ferrigno

Em análise na Câmara, o Projeto de Lei 4643/12 autoriza as instituições federais de ensino superior a instituírem fundos patrimoniais. Pela proposta, da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), o fundo será criado em cada instituição para administrar recursos de doações ou outras fontes, e esse dinheiro será utilizado no financiamento da pesquisa e da extensão universitárias.

O fundo será gerido por um conselho de administração composto por cinco integrantes, presidido pelo reitor ou autoridade equivalente. As regras sobre o funcionamento do conselho e da política de investimentos e resgate dos recursos serão definidas em estatuto.

Gestão
O projeto determina que a gestão do fundo patrimonial seja semelhante à dos demais fundos de investimentos. As aplicações financeiras serão geridas por um comitê de investimentos indicado pelo conselho de administração, com notórios conhecimentos e experiência no mercado.

Programas e projetos de pesquisa poderão ser financiados exclusivamente com o rendimento das aplicações financeiras. Em nenhuma hipótese será permitida retirada de montante superior a 10% dos recursos que integram os bens do fundo. Em caso de dissolução, os recursos do fundo serão revertidos para a instituição a que pertence, prossegue a proposta.

Incentivo
Como forma de incentivar os doadores, o projeto prevê a dedução dos valores doados do Imposto de Renda nos anos-calendários de 2013 a 2019. A soma dos abatimentos, no entanto, não poderá exceder o atual de limite de dedução, de 12% do imposto devido. Segundo Bruna Furlan, com isso evita-se o problema de “criar qualquer pressão adicional sobre os cofres públicos federais”.

A deputada explica que já existe uma experiência de criação de fundo patrimonial no Brasil, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Segundo Furlan, trata-se da “tentativa tardia para se criar uma cultura de filantropia educacional no País”.

Furlan observa que iniciativas do gênero são comuns em outros países, principalmente nos Estados Unidos. Segundo afirma, na universidade Harvard, por exemplo, os rendimentos das aplicações do fundo patrimonial rendem 1,4 bilhões de dólares anuais (cerca de R$ 2,860 bilhões).

Tramitação
O projeto será analisado, de forma conclusiva, pelas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Maria Neves
Edição – Newton Araújo

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Software revela padrão secreto no livro do Gênesis

Padrão secreto no livro do Gênesis é descoberto por software
As palavras procuradas são mostradas conforme sua distribuição ao longo do texto, mostrando a importância de cada tema e seu interrelacionamento com outros assuntos dentro da obra. [Imagem: Search Visualizer]

Visualizador de Buscas

No que parece mais o enredo de uma novela de Dan Brown, cientistas conseguiram encontrar um "padrão secreto" em um dos textos mais estudados do mundo: o livro Gênesis, da Bíblia.

O feito coube a Gordon Rugg (Universidade Keele - UK) e David Musgrave (Universidade Amridge- EUA).

A dupla criou um programa de análise de textos, chamado Visualizador de Buscas, que representa o texto completo como uma grade, onde cada quadrado representa uma palavra.

As palavras que estão sendo procuradas no texto são representadas como quadrados coloridos.

"Nosso novo método para visualização de textos significa que um livro inteiro pode ser representado em uma única página A4, permitindo que você veja padrões muito facilmente. Ele oferece uma forma simples e rápida para que os pesquisadores identifiquem padrões, ou vejam quais de suas ideias podem ser pistas falsas, o que é uma informação importante para pesquisadores lidando com textos grandes," disse Rugg.

O Código do Gênesis

A surpresa veio quando os pesquisadores resolveram procurar pelas palavras "vida" e "morte" no livro do Gênesis.

O visualizador de buscas mostrou um padrão literário que permaneceu escondido dos estudiosos até hoje.

A ferramenta revelou uma técnica conhecida como escalonamento, que faz um "sanduíche" de um tema entre duas menções de outro tema.

Essa técnica é muito usada hoje pela mídia, quando as más notícias são intercaladas entre duas notícias boas.

A nova análise do Gênesis revelou um padrão muito claro de escalonamento de duas palavras-chave - "vida" e "morte".

Os versículos de abertura e fechamento do Gênesis contém menções frequentes à vida, enquanto menções à morte somente são encontrados em versículos centrais.

"Se isso foi feito consciente ou inconscientemente, provavelmente permanecerá um mistério, embora as razões possíveis para o padrão podem ser suavizar as mensagens negativas da morte, ou talvez justapor vida e morte para um maior impacto," disse Rugg.

Enquanto os teólogos se preparam para debater a questão, outras buscas de mistérios podem ser feitas por qualquer interessado. A ferramenta de visualização de buscas foi disponibilizada online, no endereço www.searchvisualizer.com.


Redação do Site Inovação Tecnológica - 21/02/2013

Bateria de sódio será usada em carro elétrico brasileiro

Bateria de sódio, totalmente reciclável, será usada no carro elétrico brasileiro. (Foto: Itaipu)

O primeiro carro elétrico totalmente desenvolvido no Brasil terá em seu interior um importante diferencial: uma bateria de sódio, totalmente reciclável, e composta de matérias abundantes na natureza. O projeto está sendo concebido pela Itaipu Binacional, com financiamento da FINEP.

O desenvolvimento da bateria é 100% brasileiro, enquanto o do carro elétrico é uma parceria de empresas nacionais e estrangeiras, capitaneado pela Itaipu. As vantagens da bateria inovadora são várias: é três vezes mais leve do que a de chumbo, mais adequada ao clima dos trópicos, e pode ser usada em sistemas de armazenamento de energia geradas por fontes renováveis, por exemplo.

- Optamos por uma matéria-prima que estivesse presente em abundância em todos os lugares. A fonte do sódio nada mais é do que sal de cozinha. As baterias de lítio ou chumbo são muito agressivas à natureza. o veículo elétrico em si não polui o planeta, mas precisamos olhar todo o ciclo. Inclusive pensar no que vai acontecer quando o carro for descartado. o processo de reciclagem de uma bateria de sódio, por exemplo, é simples e barato – afirma o engenheiro Celso Novais, chefe da Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável e responsável pela coordenação do projeto na Itaipu Binacional.

Novais afirma que a primeira fase do projeto estará finalizada até meados de 2014.


(20/2/2013)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Sistema de TV Digital promete aparelhos interativos com novas funcionalidades

TV Digital passará a oferecer serviços de atendimento em bancos (Foto: Sxc.hu)

A TV digital no Brasil terá novidades a partir deste ano. Com incentivos fiscais, os fabricantes de televisores serão obrigados a produzir aparelhos com padrão estabelecido de associação da interatividade ao sinal de radiodifusão, já em 2013. O sistema, batizado como Ginga, foi implementado em 2007, quando entrou em operação o Sistema Brasileiro de TV Digital, traz novas funções ao ambiente da TV. O projeto recebeu subvenção econômica de R$ 2,13 milhões da FINEP.

Uma das novas aplicações para a televisão digital é o t-banking, desenvolvido pela TQTVD, do Rio de Janeiro. Trata-se de uma ferramenta compatível com o modelo operacional brasileiro para acesso seguro a serviços bancários através do controle remoto. O próximo passo deve ser a integração da TV com os tablets e smartphones.

"Acreditamos que o público possa pesquisar informações no tablet ou no smartphone enquanto assiste à televisão", explica David Britto, diretor técnico da TQTVD.

A meta é de que 90% dos televisores comercializados no País cheguem aos consumidores com o sistema Ginga instalado até 2014. Isso faz parte do processo de migração das transmissões analógicas para as digitais, que deve ser concluído em 2016, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Leia a matéria completa, da edição nº 13 da revista Inovação em Pauta